10 Cachaças premiadas em Bruxelas que custam entre R$ 29 e R$ 100

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Cachaças Premiadas, vale a pena te-las em sua prateleira?

Sim, vale e muito.

É preciso sempre levar em conta que uma Cachaça premiada foi avaliada por um corpo jurado experiente e acostumado a provar bebidas destiladas produzidas no mundo inteiro.

Isso por si só, já é uma garantia de que você está levando para casa um produto bem especial.

Na semana passada, o Brasil conheceu a lista das melhores Cachaças do País, de acordo com o Juri do Concurso Mundial de Bruxelas.

Realizado em Recife, o concurso teve a duração de três dias, onde os jurados se dividiram para provar 370 amostras de Cachaças, enviadas de vários produtores do pais.

Eu tive a honra de compor uma das mesas, ao lado de especialistas como Jairo Martins e Renato Frascino, coordenadores do campo de provas.

As amostras estavam realmente especiais e entre as vencedoras, algumas boas surpresas.

Recorremos à Cachaçaria Nacional, que trabalha com praticamente todos os rótulos premiados no Concurso, com a missão de montar uma lista.

Surgiu então as 10 Cachaças premiadas em Bruxelas que você pode ter em sua Casa, pagando a partir de R$ 29,00!

Nosso desafio aqui foi mostrar que uma Cachaça que recebe medalha de ouro de um juri especializado não precisa ser necessariamente uma bebida cara.

Montamos a lista com Cachaças vindas de diversas regiões produtoras e envelhecidas nas madeiras mais populares.

Desta forma, quem está chegando agora no mundo da Cachaça, poderá conhecer mais, beber bem, sem necessariamente gastar uma fortuna.

Confira a lista das Cachaças Premiadas que podem estar já em sua prateleira

Colocamos a lista em ordem alfabética, para facilitar a sua busca.

# Cachaça Bassi – Paraná

Produzida em Santa Marina no Paraná, a Cachaça Bassi é armazenada em tonéis da madeira Amendoim.

A madeira não transfere cor para a Cachaça e ainda arredonda a bebida.

A Bassi, além de pura, pode ser apreciada com gelo ou em drinks, como Caipirinha ou coquetéis de fruta.

Preço: encontramos a Cachaça Bassi por 39,90

# Capim Cheiroso – Minas

Produzida em Santa Bárbara, Minas Gerais, a Capim Cheiroso conquista a medalha de ouro pela primeira vez em sua história.

Recentemente fizemos a análise desta Cachaça para o Clube CN, veja:

Preço: encontramos a Capim Cheiroso por: R$ 54,00

# Cipó da Serra – Itaverava – MG

Produzida em Itaverava, pelo mestre Arnaldo Ribeiro, a Capim Cheiroso é um blend de Cachaças envelhecidas em tonéis de Amburana, Carvalho e Bálsamo.

A Garrafa e o acabamento de rótulo demonstram a preocupação de Arnaldo Ribeiro em manter a Cachaça no Patamar de excelência, sempre em busca de novos públicos.

Preço: encontramos a Cipó da Serra por: R$ 99,90

# Dom Tapparo – São Paulo

Durante a realização do Concurso Mundia de Bruxelas, em Recife, tive a oportunidade de conhecer os irmãos Bruno e Giovani Tapparo.

O sucesso conquistado com muito trabalho foi o ponto mais marcante da conversa que tive com eles.

Cinco anos participando de Bruxelas, cinco anos ganhando medalhas. A Dom Tapparo, premium, envelhecida por 6 anos em tonéis de amburana, é um verdadeiro convite a participar desta história.

Preço:  encontramos a Dom Tapparo por R$ 39,00

# Escorrega Prata – Campo Alegre – AL

Uma Cachaça produzida por Renato Coutinho, o mesmo que faz a Caraçuipe, em Campo Alegre, no estado de Alagoas.

De acordo com o produtor, a Escorrega é feita para atingir aquela faixa de público que gosta de uma bebida com um teor alcoólico levemente menor!

A escorrega não passa por madeira, apenas descansa em dornas de aço inoxidável, o que a torna uma excelente opção para uma boa Caipirinha, entre outros drinks com Cachaça!

Renato acertou na mão e no paladar dos jurados de Bruxelas!

Preço: encontramos a Escorrega por R$ 46,80

# Germana Caetanos – Nova União – MG

Entre todas as Cachaças medalhadas no Concurso Mundial de Bruxelas, esta é sem dúvida, a melhor relação custo-benefício.

A Germana Caetanos, é envelhecida por um ano em tonéis de amburana e presença certa em prateleiras de diversos bares em todo país.

Dirlene Pinto, uma das proprietárias da marca, exibiu com orgulho as medalhas conquistadas pelos rótulos que inscreveu no Concurso Mundial de Bruxelas.

Todas são realmente muito boas e dignas de premiação.

Mas nossa sugestão é a saborosa Germana Caetanos.

Preço: encontramos a Germana Caetanos por R$ 29,00

# Gogó da Ema – São Sebastião – AL

Direto de São Sebastião, em Alagoas, a Gogó da Ema envelhecida em tonéis de bálsamo é uma excelente opção para quem quer algo diferente das Cachaças envelhecidas em Salinas, com a mesma madeira.

A Gogó da Ema, da família do empresário Henrique Tenório, tem se notabilizado por conquistar medalhas na maioria dos concursos dos quais participa.

Preço: encontramos a Gogó da Ema por R$ 69,00

# Premissa – Salinas – MG

Uma das boas surpresas de Salinas, na relação custo-benefício, a Premissa, envelhecida em tonéis de bálsamo, agradou em cheio ao paladar dos juízes.

A Premissa traz as notas de anis e o tom levemente esverdeado de algumas cachaças envelhecidas nesta madeira, na região do norte de Minas.

Preço: encontramos a Premissa por RS 51,90

# Sanhaçu – Chã Grande – PE

A Cachaça Sanhaçu, de Chã Grande, interior de Pernambuco é outra de presença constante nas premiações disputadas no Brasil e no exterior.

Envelhecida por dois anos em tonéis da madeira Freijó, a Cachaça produzida pela família Barreto, conserva, na versão premiada, a garrafa âmbar, muito utilizada para envasar cerveja.

Além de investir na qualidade da Cachaça, a família ainda cuida de reflorestar a área da fazenda, tornando o local próprio para visitações técnicas e turísticas.

Preço: encontramos a Sanhaçu por R$ 69,00

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