7 cachaças do RJ que não deveriam faltar na sua casa!

Tempo de leitura: 5 minutos

Cachaça do Rio de Janeiro…Provamos sete delas que você deveria conhecer!

#  7 Cachaças do RJ para provar e ter na sua prateleira!

Produtores de várias partes do estado se uniram e numa iniciativa do Sebrae, vieram para São Paulo.

O desembarque foi aqui no Parque do Ibirapuera, no Salão da Bienal.

O Blog Brasil no Copo foi até lá e provou as sete Cachaças que estiveram no evento!

 

# A feira é de Vinho, mas tem Cachaça da boa!

Zoraida Lobato, organizadora da feira e atenta ao crescimento do público amante da boa Cachaça não deixou o destilado nacional de fora da festa.

Sete produtores do Rio de Janeiro trouxeram suas Cachaças em um ato que resultará em mais posicionamento.

Em um mercado tão concorrido, homens e mulheres de negócio sabem que qualquer espaço tem que ser ocupado.

Foi o que fizeram os empreendedores como Eli Werneck, Eduardo Mello, Marcelo Nordskog, André Carvalheira, Carlos Alberto Correa e Jackson Laffite.

# Prove a Cachaça, converse com o produtor e faça bons negócios!

Na tarde desta sexta-feira, visitamos a feira e entre vinhos vindos de todas as partes do mundo, lá estava ela.

A Cachaça fluminense nos deixou uma certeza: cada dia que passa, melhora um pouco mais!

Provamos uma por uma e abaixo, nossa avaliação! Veja os destaques que encontramos por lá!

# Cachaça Werneck em Jequitibá e Carvalho

Eli Werneck resolve uma questão polêmica entre produtores de Cachaça.

Afinal, o que é blend? Armazenar a Cachaça já descansada em outro barril diferente pode ser considerado blend?

Muitos dirão que sim, mas Eli, no alto de sua sabedoria Cachacista chama de “Armazenada Sequencialmente”.

Um ano em Jequitibá Rosa e seis meses em Carvalho Francês: assim é a Werneck que provamos!

O resultado é uma Cachaça macia, aromática, adocicada, com baixíssima acidez, com um toque cítrico e com equilíbrio perfeito entre as duas madeiras.

# Cachaça Reserva do Nosco Um “erro” que rende uma medalha atrás da outra!

Há 10 anos, Macelo Nordkosg comprou um lote de barris de Carvalho.

Cinco deles apresentaram defeito, mas apenas três foram devolvidos.

Durante uma década, o empresário deixou a Cachaça descansando e para surpresa geral, alguns clientes pediram para provar e descobriram um néctar.

Provamos a Cachaça e descobrimos uma bebida que embora envelhecida por 10 anos em barril de Carvalho.

A Cachaça não tem as notas características de outras Cachaças com o mesmo tempo de envelhecimento.

O segredo está na madeira. Marcelo nos revela que os barris eram usados para envelhecer o Brandy Pedro Domecq.

Curiosamente, a única nota que lembra um pouco o acentuado do Carvalho está na memória sensorial do “Conhaque” espanhol.

O “erro” virou uma edição especial com direito a embalagem de gala, distribuída pela Garrafaria Serra Negra

E foi só uma questão de tempo ara que a Cachaça começasse a colecionar medalhas!

# Cachaça Sete Engenhos, uma doce surpresa!

Veio da Fazenda São Miguel, em Quissimã, no Rio de Janeiro, uma doce surpresa do evento.

A Cachaça Sete Engenhos armazenada em tonéis da madeira bálsamo pra lá de interessante.

A bebida descansa por menos de um ano em tonéis de 700 litros, tempo suficiente para apenas “arredondar” a Cachaça.

O resultado é uma Cachaça sem o vigor do Bálsamo, mas com uma interessante mistura entre o frescor da Cana-de-açúcar e a madeira brasileira.

Perfeita para uma excelente experiência com um drinque como a caipirinha, por exemplo.

# Cachaça Da Quinta branca

A Cachaça Da Quinta armazenada em tonéis da madeira Amburana já é mega premiada aqui e fora do Brasil.

Para nós uma bos surpresa foi provar a Cachaça Branca.

Descobrimos o que pode ser o segredo de uma Cachaça tão bem aceita pelos juízes.

A Cachaça tem uma agradável maciez, quase zero de acidez e uma untuosidade pouco verificada.

Uma boa experiência é provar gelada, porque essa licorosidade tem tudo para te surpreender ainda mais.

# Cachaça Tellura, um doce encontro entre madeiras brasileiras

Cachaça armazenada nas madeiras Amburana e Jequitibá.

A Tellura já havia mostrado que seu master blender sabe muito sobre blend.

Sob o olhar atento de Leandro Marelli, um dos maiores especialistas do país em Cachaça, o que se prova é uma especiaria.

Resultado do encontro perfeito entre as madeiras, sem que uma sobressaia a outra.

 

# Cachaça Coqueiro, representante de Paraty!

Paraty, no sul fluminense, é uma das regiões produtoras mais respeitadas do país.

Encravada na chamada Costa Verde, é um lugar mágico para se beber uma boa Cachaça.

A Coqueiro é uma das Cachaças que fazem a cidade litorânea manter esta fama desde o período colonial.

Provamos as duas versões prata da bebida, as duas armazenadas em tonéis da madeira Amendoim do Campo.

A diferença entre elas, está no tempo de armazenamento.

A tradicional tem 40% de volume alcoólico e passa dois anos nos tonéis.

Já a prata, tem mais personalidade. Passa apenas 6 meses nos barris e vem com potentes 44% de volume alcoólico.

Eduardo Mello lembra que a Cachaça “forte” faz parte da história de Paraty e faz mesmo!

# União Carvalheira traz sua mistura de Cachaça e Café

A União Carvalheira é produzida em Barra do Piraí.

De acordo com seus proprietários, desde 2006 é exportada para países como Holanda e Alemanha.

Mas o que descobrimos foi uma aguardente composta de Café e Cachaça, que vale a visita no Estande.

O doce da cana-de-açúcar com o leve amargor do café, fazem a festa sensorial, que vale ter em casa.

Sugestão: prove com uma boa porção de calabresa levemente apimentada.

Quer saber mais sobre as boas Cachaças do Brasil?

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